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Terror em Brasília

 

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Hayra Vitória Pereira Nunes, 22 anos, era conhecida no Gama como uma mãe de santo carismática, rodeada por amigos, familiares e seguidores que frequentavam seu terreiro. Mãe de três filhos pequenos e casada, ela organizava eventos, recebia convidados em sua casa e transmitia uma imagem de acolhimento e generosidade. Mas, por trás da fachada amigável, escondia-se um lado cruel.

Na última quinta-feira (6/3), após tentar fugir às pressas para Brasilinha, em Goiás, Hayra foi localizada e presa por investigadores da 14ª Delegacia de Polícia (Gama), acusada de exploração e agressão contra pessoas vulneráveis que trabalhavam para ela.

A mulher usava a religião como um disfarce para cometer atrocidades. Sua forma de atuação envolvia a conquista da confiança de pessoas em situação de vulnerabilidade, oferecendo promessas de emprego e acolhimento dentro de seu terreiro. Uma vez dentro de sua casa, as vítimas passavam a viver sob controle, exploração, além de sofrerem v1olência física e psicológica.

O caso mais recente que levou à sua prisão envolveu uma adolescente, de 17 anos, que buscava realizar sua transição de gênero. Sem recursos, ela viu em Hayra uma chance de mudar de vida, mas acabou se tornando mais uma vítima do esquema de exploração.

Inicialmente tratada com respeito, foi, aos poucos, isolada de sua família e obrigada a realizar trabalhos domésticos e sexuais sem qualquer retorno financeiro. Além dela, uma outra mulher que trabalhava na casa também sofreu agr3ssões e foi mantida sob domínio da mãe de santo.

Quando os convidados iam embora e os eventos na casa acabavam, a mãe de santo se transformava. Relatos apontam que ela mantinha um ambiente de medo e controle, onde os que ousavam desobedecê-la sofriam castigos físicos e psicológicos.

➡️ Leia a matéria completa na coluna de @mirellepinheiroo em metropoles.com.

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